Médicos e especialistas concordam que a gravidez começa bem antes da concepção, ainda quando surge a vontade de ser mãe. No entanto, é so a partir do momento que o corpo começa a dar sinais da transformação que a mulher se sente realmente grávida.
Para muitas pessoas, o enjoo é o primeiro sinal. Para mim, foi a cóliquinha diferente da habitual, os seios sensíveis e uma espécie de cãimbra e contração no baixo ventre quando tossia ou levantava rápido da cadeira. Vieram também alguns momentos de ânsia de vômito, que sempre foram comuns na minha rotina. Tudo tão suave, que quem não conhece bem o funcionamento do próprio organismo poderia nem ter se dado conta.
No dia seguinte à confirmação, vomitei logo depois de acordar e tomar dois copos de água. Como diz o Jean, foi efeito psicológico, talvez uma reação à notícia, já que até então os sintomas da gestação quase passaram despercebidos.
No mais, estas 10 primeiras semanas de gravidez estão sendo bem tranquilas. Não tenho mais sono que o habitual (só por volta das 18h30min, quando estou no trabalho, dou uns bocejos a mais) e nem me sinto mais cansada, tanto que pude manter todas as minhas atividades normalmente.
Tenho um pouco mais de fome pela manhã. Além de uma fatia de pão ao acordar com chá ou Toddy, o corpo pede uma fruta ou iogurte por volta das 10h. À tarde, também acabo comendo mais vezes, mas, por enquanto, não creio ter aumentando a quantidade.
A barriga ainda não está aparente, mas, ao passar a mão, já consigo sentir uma bolinha no baixo ventre, sinal de que o baby está crescendo. No site Brasil Baby Center tem um vídeo bem legal de como ele vai se desenvolver nas próximas quatro semanas.
Por enquanto, a única coisa que realmente me incomoda é a tal da prisão de ventre (muito comum na gravidez, principalmente em que já tinha o problema, segundo sites, blogs e livro que li). Normalmente, acordo com a barriga retinha, mas à noite ela geralmente está muuuito inchada, principalmente ao redor do umbigo. E não há massagem que resolva. Minha esperança é que isso passe a partir da 12a semana. Li que há um remédinho indicado especialmente para isso, mas gostaria de não precisar tomá-lo e nem sei se minha ginecologista receitaria. Mas, na falta de opção...
Nenhum comentário:
Postar um comentário